PARABÉNS, LAÍS.

Faz um ano!

Já faz um ano que me tornei padrinho. Mas isso nem importa tanto! A Laís está fazendo um ano de vida.

Ela tem problemas de “chilique” igual aos da Mãe… Às vezes lembra o Pai com seus causos respiratórios. Vez ou outra, me olha como… Como ninguém. Só ela tem aquele olhar. Aqueles olhos são os olhos dela; as bochechas, o sorriso, a manha e o choro… Tudo aquilo é só a Laís que tem.

A Laís não tem partes parecidas com o Luiz e nem tem as feições da Luciana. A Laís é a Laís! É uma mistura original do que existe de mais apaixonante no mundo. Uma criança linda e perfeita. Cativante e, porque não dizer, impossível?

Impossível de passar por ela e não olhar. Impossível de não querer apertar.

 

A Laís (Laís, Laís e Laís, repetidamente), é algo (entende-se ALGUÉM) que carrego sempre comigo em meu coração de padrinho bobão e babão! E Ela (Ela) está completando seu primeiro ano… Imagino que daqui pra frente, pelas artimanhas adotadas pela garota, ela vai dar trabalho. Vai ser difícil segurar sua energia! Vai ser complicado entender a cabeça de alguém que nasceu de dois corações artistas. Vishi… Pensando aqui comigo, vai ser foda mesmo segurar essa garota!

O Pai é agitadamente letárgico; a mãe, uma donzela riponga…

QUE SABER DE UMA COISA?

A Laís é a Laís!

Parabéns, Costelinha.

Padrinho te ama muito! Muito mais do que um dia amou seus pais.

Parabéns, Laís.

PostScriptum: Eu deveria dar parabéns aos papais também? Não. O post de hoje é só da Laís.