O Refúgio dos Charros.


Olá!

Finalmente finalizei, de acordo com o prometido, o “Refúgio dos Anjos”. Desde que voltei de viagem, me desembestei a escrever. Da metade da história, onde eu havia estagnado, para o fim, foram necessários três dias de intensa digitação. Eu vomitava as idéias e o rumo da história tomou um caminho que nem mesmo eu esperava. O texto, para minha alegria, ficou grande e apenas com as coisas necessárias. Ainda falta eu passar pela fase de “encher lingüiça” <- Eu amo tremas (¨) e me recuso a parar de usá-las.

A Luaninha, que resolveu ir viajar também e ainda não voltou, que me perdoe, mas terminar o “Refúgio dos Anjos” foi a coisa mais satisfatória que já senti… Melhor que a melhor trepada que já dei! Sabe quando termina algo com a sensação de que ficou ótimo? Foi o que senti. Ao terminar eu enchi um copo de vinho e bati palmas pra mim mesmo, sem brincadeira. Ficou exatamente da forma como eu imaginei e como eu queria. Pra mim está bom, agora se pra quem ler não estiver, paciência. Eu sinto que está bom… E como uma Agente Literária já me disse, “O primeiro a ter que ficar satisfeito com a obra é o próprio escritor”.

O Refúgio é uma narrativa sobre o comportamento social e sobre o que é o amor. De uma forma subliminar, tenta expor críticas sobre estes assuntos apoiando-se em alguns jovens incomuns: Thomas, um funcionário de uma editora. Todos gostam de Thomas, um exemplo de bom menino; Letícia, uma ruiva de olhos azuis que trabalha na mesma editora de Thomas como revisora de ilustrações; O obeso Osvaldo que escorrega o dia inteiro pelo sofá assistindo seus programas favoritos; Rebeca, minha linda e doce Rebeca. A mocinha mais lindinha da história… A mais sacana também… O caçador de segredos, Adalberto e, o não menos importante, o saudoso escritor Cézar de Campos Pazzini.

A idéia inicial deste livro seria fazer um romance Fix-Up, mas as histórias se interligaram tanto que não houve como… Foi impossível.

Tirando a introdução e o desfecho, a obra é dividida em 13 partes, e todos os personagens têm seus devidos desfechos, e provavelmente não será indicado para menores de 18.

É uma história com um leve teor de Realismo Fantástico, mas muito leve mesmo… Não tem dragões e nem fadas, isso eu adianto… É leve a fantasia nele.

Bem… Bastaria falar de amor para qualquer obra ser realismo fantástico (entenderam, entenderam?? Eim, eim?).

É isso aí! A pior parte já foi, agora é “passar a massa corrida e fazer as texturas” para que o texto fique apresentável… Quem sabe ainda esse ano… Quem sabe…

Sinto-me feliz a beça! Primeira vez que termino uma obra sabendo que ficou exatamente, e até melhor do que imaginei. Luana que me perdoe e todos os outros, mas felizes são os personagens do Refúgio dos Anjos! (Bom, nem todos hauahahuaha).

Vou parar antes que eu acabe contando a história de tanta empolgação!

Ósculos nas bochechas e amplexos apertados!

Um comentário em “O Refúgio dos Charros.

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