Parabéns “minha” Carioca!

Como de costume em aniversários de pessoas que são especiais (se bem que de algumas passou em branco por “N” motivos), hoje é dia de comemoração!

Hoje é o aniversário da Michele, a menininha aí de cima!

Certo dia eu estava visitando blogs aleatoriamente, tipo, sem nada pra fazer, e eis que eu encontrei o da “keysha”, que pode ser acessado no menuzinho aqui do lado… Faltam atualizações, mas a cada equinócio sempre aparece algo legal pra ler. Acabei mandando e-mail, ela respondeu. Trocamos MSN e agora sempre conversamos. Apesar de nunca tê-la visto pessoalmente, sei de coisas da vida da menina aí como se vivesse no Rio de Janeiro (sim, a moça é carioca) e freqüentasse um dos círculos sociais dela.

Acabamos vendo que tem muitas coisas em comum entre nós dois. Idéias iguais, problemas psicológicos iguais… E algumas vezes alcançamos a madrugada discutindo sobre os problemas da vida e nos conhecendo ainda mais! Apesar de fazer alguns anos, ela sempre vem com algo que eu não sabia sobre ela, e parece que nunca vai acabar, mas uma coisa é fato, sinto-me como se ela fosse minha vizinha, como se morasse perto… Isso porque EU ACHO que conhecemos bem um ao outro… A parte legal (mas que já está enchendo o saco rs) é que eu nunca a vi sem ser por fotos e nem se quer sei como é a voz dela. Espero que não seja grossa e rouca… Ou pior. Fanha hauhauhauhauhauhauhauh (piada interna).

Querida Carioca, hoje é seu dia e espero que aproveite, espero que seja um dia ótimo pra você! Comemore bastante! E tenta beber algo pra se acostumar, pois se vier mesmo na virada cultural, não voltará para o Rio sem tomar uns “drinks” comigo!

Te adoro muito, mesmo sendo uma amiguinha bi-polar. E não sei se é de ambas as partes, mas sou bastante apegado a você.

De resto acho que fui bem expressivo naquele depoimento e no que já nos falamos em nossos convescotes virtuais.

Hoje meus ósculos e amplexos vão para você.

Parabéns, Mi!

**********************

Só para constar, essa semana batemos os 50.000 acessos desde a criação do blog! Graças, claro, a Lindsay Lohan hauhauhuahua.

E parabéns para o Corinthians que sofreu o centésimo gol do Rogério Ceni!

Copo de leite.

Acendo o cigarro. Não há muito o que fazer madrugada à dentro. Tem leite na geladeira, Seria bom tomar um gole.

As vozes tentam arrumar uma solução pro meu caso… O caso de não haver caso algum.

Olhos os retratos, os quadros que me pintaram. Aquela flor de mais de dez anos atrás que murchou e se esfacelou na gaveta entre minhas camisetas. É o passar do tempo que nos molda dessa forma.

Ando preocupado. Ressabiado demais com essa gente.

Há gente ignorante por todos os lados pintando a maldade que eu nunca fiz. Plantando palavras que eu nunca disse… Tô com saudade de todas aquelas pessoas que eu ainda não pude conhecer. Queria deixar um abraço pra todas elas.

Continuo fingindo tudo aquilo que eu não sou, nem nunca serei. Já é tarde demais. Os anos pesam em minha coluna como uma criança brincando de cavalinho comigo. Mas e onde será que estarão todas essas crianças daqui um tempo?

Estava tudo divertido um ou dois anos atrás, assim como daqui um tempo esse exato momento me parecerá simpático.

Será que é isso então?

Os anos passam transformando a vida em algo cada vez mais cinza? Deixando o passado em tons de cores completamente saturados? Seria isso então?

Me dá esse copo de leite. Essa alegria que estou sentindo logo mais vai se transformar em tristeza… E como sou um homem completamente prático, adianto o momento pra já…

Dá esse copo de leite aqui.

Meu problema com o “amor”.

Meu problema com o Álcool.

Não. Não sou alcoólatra! Ao menos acho que não. Isso é: se beber, religiosamente, suas cervejas de fim de semana for realmente alcoolismo, então tá, eu o sou!

Na época de faculdade, talvez, eu até fosse assim. Não havia um dia em que não bebia. Isso não é de se orgulhar e foi um dos motivos pelos quais eu tranquei a matrícula. Problemas pessoais, trabalho e álcool nunca combinam. NUNCA.

Eu estava levando uma vida um pouco mais “hardcore” que a do Dorian Gray*. E isso chega a um ponto que cansa demais. A vida lasciva já não satisfaz mais, e é necessário ir mais fundo, acordar tonto, de ressaca e amaldiçoando o amanhecer com uma pessoa do lado da qual não se quer tomar o café da manhã.

Mas o problema não era o álcool, era eu mesmo!

Tantas merdas que fiz, que tinha que fazer isso, estrapolar, para esquecer-me de tudo… Das merdas que eu fiz… Das merdas que fizeram comigo!

Tranquei a faculdade.

Um momento de lucidez e responsabilidade. Quem me criticou na época nem sabia o porquê, mais foi a coisa mais sensata que fiz!

Daí por diante, não vou negar, era ainda difícil ficar sem dar uma de Boêmio. Pois se livrar de paixões é ainda mais difícil do que se livrar de vícios. E a gente se destrói por tão pouco quando estamos apaixonados (que minha afilhada não leia esse post).

Talvez fosse isso.

Talvez fosse minha derradeira busca pela morte. Pela dama de cetim que tanto irá nos responder.

Mas olhando a fundo, bem lá no fundo mesmo; não tem porque fazer isso.
Foi aí que tomei jeito.

Parei de me destruir. Paixões são legais, mas quando a coisa toma proporções enormes, é hora de parar!

As pessoas não tomam seus vícios por diversão, mas sim por uma fuga de algo que fizeram ou que a fizeram. Nada é bonito no mundo, mas veja bem, ainda temos muitas coisas pra cuidar.

Na verdade comentar sobre o álcool é sempre uma boa desculpa pra falar do tal de “amor”. Qual homem nunca bebeu por amor?

“Não. Não vou fazer uma serenata. Eu vou é pro primeiro bar que eu encontrar e encher a cara”.

Na verdade eu não sei se o álcool é uma desculpa para sentir a dor de amor, ou se a dor de amor é uma desculpa pra sentir o álcool. Não sei mesmo!

Mas os meus problemas já se acabaram.

Hoje levo uma vida regrada. Não abro mão de minha cerveja, mas também não abro mão de minha seriedade e de minhas responsabilidades.

27 anos, meu caro, não é mais brincadeira.

Um amigo meu se foi por causa de seus vícios… Minto. Foi pelas suas dores.

Se você está lendo este texto e está sem entender nada, o que acho difícil, saiba que isso não é um diário. É que na verdade me veio na cabeça o título “Meu problema com álcool”. Achei bacana, bonitinho. E tinha que escrever algo sobre isso. Mas na verdade acho que ficou uma coisa meio que “Meu problema com o Amor” (que não acredito).

Tô sentindo que amanhã vou deletar esse post, afinal, tenho um problema com “posts” .

Ósculos e amplexos.

Voltei!

Em resumo, o carnaval foi ótimo. Longe dos fanfarrões, marchinhas e desfiles!

Sítio. Bebedeira. Piscina. Mato. Animais (não meus amigos, digo os animais de verdade, não os de consideração). Tudo foi ótimo.

Era quinta-feira e eu ainda estava com a pressão alterada por conta da ressaca, por isso a demora em postar aqui! Tô me recuperando.

O fato é que as 636 latas de cerveja não deram conta. Na segunda-feira precisamos ir até o centro de Mairiporã comprar mais. Aquela galera bebe muito.

Fim da história: Muitos hematomas pra contar, arranhões, ferimentos, afogamentos, danças e muitos, muitos sorrisos nos rostos de quem lá estava!

E agora o ano começa!

A Dragões da Real, escola de samba do meu time, subiu para o grupo especial de carnaval, e isso pouco me importa!

Hoje o Japão sofreu tsunami e terremoto. Isso sim importa.

Mas não quero falar do Japão.

Na verdade nem quero falar.

Só vim mesmo avisar que ainda estou vivo!

Beijos e abraços!

Carnaponta, carnaponta. Eu fico feliz quando chega o carnaponta

Estou aqui em casa, ainda, bebendo a maravilhosa cerveja Weltenburger Kloster e me preparando para fugir da porcaria do carnaval! O legal é que este esquenta que estou fazendo, foi montado apenas de boas cervejas. Duas alemãs, essa que bebo agora é uma delas, uma irlandesa e outra nacional!

Aqui tá legal.

Vai ser ótimo fugir dos enredos de samba da cidade grande.

O carnaval é uma merda, e além de ser uma merda das mais bombásticas, faz o Brasil funcionar dois meses depois (às vezes três) do início do ano.

Tá, tá. Eu já fui ver um desfile das escolas de samba. O que a gente não faz por uma paixão idiota. Mas logo depois recobrei minha normalidade (uau. Três goles e estou ficando alto).

Hoje a noite estou indo para um sítio super hiper mega batuta. Ficarei até terça. Muita cerveja e diversão. Todos, com exceção dos Lus, vão. E vai ser fantástico. Não tenho dúvida!

A mim cabe apenas sentir por quem fica em São Paulo, mas pode deixar que eu me divirto por todos vocês!

Para quem vai à praia, boa sorte. Carnaval em praia é um caos. Sim! Estou muito chato hoje!

Na verdade só vim aqui me despedir. Não voltarei a ver a cara da internet até a noite de terça feira, o que vai ser ótimo. Então fiquem com Deus e com os Anjinhos. Galera. Amigos e desafetos, comprem camisinha para o carnaval, transem com sabedoria e conhecimento. Ninguém precisa ter filhos em festejos de carnaval!! E transem, transem bastante! É bom. Faz bem para a pele e para a moral.

É isso.

Um abraço do Charro para vocês. Se por um acaso eu não voltar de viagem, saibam que agradeço as quase 50.000 visitas desde o início desse blog!

Morrer?

Não. Não estou falando disso. Mas vai que a quantidade excessiva de cerveja faça com que eu vire ripie e saia caminhando pelo mundo. Ou pior: vai que um zumbi carnavalesco me morda e eu vá para Minas Gerais curtir uma naturezazinha bááásica.

Hoje terá o início do Carnaponta (pra quem não entender, paciência!), o inverso do carnaval que vocês conhecem (bom, a libertinagem pode continuar sendo a mesma, afinal, todos gostamos de Doinísio).

Um abraço para os meninos (que são raros por aqui sabe lá Deus o porquê) e um aperto bem grandinho para a maioria das meninas que freqüentam o blog.

Terça estou de volta com um post sobre os melhores momentos deste sítio embriagado!

Em homenagem a data, deixarei uma canção da banda das Velhas Virgens! Desconsiderem apenas o teor sobre maconha que, sinceramente, não é nem um pouco a minha cara. Eu gosto é de Álcool, Maconha, farinha e derivados, são coisas para gente tonta!

Fiquem com a musiquinha!

Ósculos e amplexos carnapontalescos!

A MINHOCA QUE ACENDIA O RABO

– Velhas Virgens

Aconteceu num sítio perto de sorocaba
(todo mundo travado e bem louco)
Era carnaval, ninguém pensava em nada
(todo mundo travado e bem louco)

Amanhecia o dia era piscina e som

E de repente alguem acendia um do bom

E todo mundo fumou e bebeu pra se divertir

Até quem não era da fumaça, fumou

Deu um pega, ou dois

Mas a larica bateu forte

Nove da manhã tinha picanha na brasa
(todo mundo travado e bem louco)
Leite condensado era bebido na lata
(todo mundo travado e bem louco)

Fazendo caipirinha e tocando rock’n’roll

De cabeça feita jogando futebol

E todo mundo fumou e bebeu pra se divertir

Sem culpa nem medo, só rolava alegria
(todo mundo travado e bem louco)
A gente só fazia aquilo que queria
(todo mundo travado e bem louco)

Ninguém era bandido, traficante, o que for

Só tinha estudante e trabalhador

E todo mundo fumou e bebeu pra se divertir

(todo mundo travado e bem louco)
(todo mundo travado e bem louco)

Conversas.

– Eae, Pode me dar um cigarro?
– Devia ter perguntado, primeiro, se poderia entrar…
– Mas você deixa todos entrarem sem perguntar nada.
– Todos que eu gosto…
– Olha aqui, foi você quem me fez assim.
– É, eu tenho mania de criar problemas.
– Engraçado é que nenhum dos vilões que você criou até hoje, têm o mesmo tratamento que eu.
– É que eles são vilões assumidos, não se acham bonzinhos e nem fingem ser o que não são. Eles são a essência da maldade, logo, até eles são puros, mas você não.
 – Nossa, meu… Mas foi você quem me fez assim! Não posso ser culpada.
– Tá. Desculpa por ter te dado um papel tão mesquinho, agora pega esse cigarro e cai fora.
– Pode me emprestar o isqueiro também?

(suspiro)

– Pega.

– O que é isso?

– Monitor.

– Me refiro ao que tem dentro do copo.

– Vodka.
– Você gosta de Vodka, não é?
– Para de ser cretina. Se eu te fiz, você sabe muito bem que eu gosto de vodka, sabe sobre meus pecados, minhas boas ações… Então não faça perguntas cretinas e caia fora daqui.
– Você se inspira em outras pessoas para criar personagens?
– Às vezes, às vezes…
– Já criou alguém ruim que foi inspirado em você mesmo?

(silêncio).

– Eim?

– Porque tantas perguntas, eim, meu?
– Porque eu quero saber porque me detesta tanto.
– Detesto porque detesto, aliás, com exceção da Tarjha, todos te odeiam também.
– Diz isso porque a Luana é sua queridinha. A Tarjha sim sabe apreciar bons personagens. Ela quem deveria ter me criado!

– Hey. Que papo é esse?
– É verdade. Ao menos ela gostaria de mim.
– Tá, tá, tá. Chega de conversa. Cai fora.

– Ela me elogiou. Você só tem olhos pra Luana.
– Deve ser porque ela é boa de coração, acredita nos sentimentos e não é maliciosa. Tudo o que você não é. Fora que você não tem quinze anos. Já tem mais de vinte e é bem grandinha.
– Depende do ponto de vista, chuchu. Você a protege porque deve ter se inspirado em você mesmo para criá-la.

(risos cínicos) – Que nada. A Tarjha poderia ter criado uma Luana igualzinha.
– Pena que não criou a mim.

– Tá. Vai embora!

– Caramba, Sérgio, para de ser grosso.

– Acabei de acordar.
– Mas eu não durmo com você pra ter que agüentar isso.
– Dorme sim. Sabe que dorme.
– Tá, durmo, mas não dessa forma.
– Vai atormentar a Tarjha, vai…
– Ai… Reforço que ela quem devia ter me feito.

– Ela nunca poderia ter lhe feito.

– Porque?

– Pensa numa pergunta que me fez umas linhas acima… Tá aí a resposta.

(sorriso) – Entendi! Eu te amo, Sérgio.

– Tá. Agora cai fora, Tábata.

(Foi embora).

– Eu ouvi a conversa, Charro.

– Ah, nãããão. Chega… De boa, Luana! De boa, sem “DR” hoje. Vou dar uma volta que vocês tão que tão.

(Saí, porta batendo)

LUANA: Caramba. Ele tá irritado hoje!

SHYENKSS: Tá mesmo. Nem pude falar com ele…

ADVOGADO NIGERIANO: Ah, relaxa. De noite ele bebe e fica mais sociável.

XXX: Cala boca, advogado.

ADVOGADO NIGERIANO: Ué. Pensei que tinha morrido!

(Tábata volta) TÁBATA: Já arrumei o tabuleiro de xadrez, quem vai começar jogando comigo?

WILLIE: Vamos lá.