“Já Bocage não sou”.

Hoje é dia… Fui invadido por um leve bem estar… Pode ser sinal de coisas boas que estão por vir, vamos aguardar para ver.
elefantes

    Ontem fiquei extremamente contente com algo que vi. Fui embora para casa pensando no dia em que eu conseguisse publicar meu primeiro livro.

   Acontece que uma amiga da minha sala, a Dé, levou o meu livro, Willie, para ler, e só mais tarde me comunicou que leria para a sua turma (ela dá aulas para a quarta série do ensino fundamental)… Pois bem, ela leu…

    Fiquei muito contente em ver dois desenhos de alunos dela. Um trazia o momento em que Doroth está agachada à margem do lago tentando recuperar sua lembrança e o outro desenho é do momento em que Willie sai do lago.

    Fantástico. Fiquei silenciosamente feliz com o que vi, achei fantástico… É o Willie já sendo lido para as criancinhas… E pelo o que a Dé me disse, as crianças aceitaram bem a história, então pela primeira vez digo: “Valeu a pena escrever esse livrinho!”. Pois agora a opinião vem de fonte diferente, e não de amigos, se bem que se a sala dela  tem 26 alunos e ela me trouxe 2 desenhos, existe ainda a possibilidade de 24 alunos terem achado uma porcaria… É…

    Melhor eu baixar a bola e rever os meus conceitos…

 Snif.

 Frase da vez:

Rasga meus versos, crê na eternidade!” – Bocage.

 

   Ainda vou fazer um texto todo pra postar aqui apenas falando desta frase de um dos sonetos de Bocage.

Meio Ambiente.

     Esta é uma crônica que escrevi para participar de um concurso da Astra que ocorre todos os anos, este é de 2008.
    Fiquei surpreso por NÃO ter ficado entre os 20 primeiros na época, mas hoje, entendo completamente… Ô histórinha chata pra dedéu… Mas acontece que o tema era “O Meio Ambiente”, aí eu ia fazer o que? Me dê temas como “Prostituição e drogas”, “sexo sujo e assassinatos”,”meninas feministas e independentes”… Aí sim consigo fazer histórias… Mas meio ambiente… Fica difícil assim…
    Agradecimentos para a Jô,  que se não fosse ela, teria ficado pior!
    Segue a crônica logo abaixo.
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Gritos da Natureza 
(Note que até o título tem um ar imbecil).

    Eu ainda vivo, e atualmente me pergunto todos os dias o que está acontecendo com o mundo, ao meio ambiente a qual pertenço, e com os homens. Pergunto-me porque o ser humano é tão prepotente, referindo-se a si próprio como uma raça formidável e destruindo tudo aquilo o que eles encontram pela frente e não são capazes de compreender com perfeição.

    Antes, por aqui, o vento soprava fresco e úmido, trazendo novidades e o cheiro agradável do campo.

    Eu vivia com meus pais e meus irmãos. Éramos felizes, sem dúvida, e eu os admirava muito, pois eram fortes e belos, e um dia eu haveria de, futuramente, me tornar igual a eles.

    Certo dia, alguns homens chegaram fazendo muito barulho, um pouco distante daqui, mas o vento veio correndo trazer a notícia de que eles estavam construindo algo em um descampado perto daqui, e era verdade. Não demorou muito até que nuvens e neblinas aparecessem. Só que não eram nuvens de outono!

    Nos primeiros dias pensamos que iria chover pesado, mas finalmente quando aquelas nuvens chegaram até nós, vimos que não eram nuvens de chuva, mas eram sujas. Nuvens de gazes.

    Era muita poluição, até para nós, mas continuamos ali, tentando conviver com aquelas pessoas, pois poucos deles vinham até nós, e nós, nem que pudéssemos, não iríamos até eles. Fora a fumaça e o barulho, era como se eles nem estivessem ali.

    Um dia os homens resolveram avançar. O amigo vento nos trouxe a noticia de que eles expandiriam “o lugar de fazer” fumaça. Estavam sendo liderados por alguém do qual chamavam de “Chefe”, e traziam ferramentas violentas… Eles tomariam nosso espaço!

    De inicio fizeram cabanas perto de onde vivíamos, e no dia seguinte eles já eram muitos por aqui, até que começaram com sua violenta atitude sem sentido, essa crueldade bestial.

    Eles riam enquanto cortavam, feriam e matavam! Nós estávamos tombando sem nem poder revidar. Não nos davam chance! Por quê? Qual o motivo que os leva a acreditar que assassinar cada um de nós é o melhor a se fazer?

    Avançavam sem nos olhar, não se importavam com nossa história, não queriam saber nossos nomes e nem pensavam em muitos que dependiam de nós… Eles nem viam que também dependiam de nós.

    Como queríamos correr dali e ir para bem longe, mas não podíamos fazer isso, mas eles podiam partir para cima de nós e nos derrubar pouco a pouco. Quem era mais forte morria primeiro, às vezes era necessário dois deles para poder fazer o serviço, outras vezes apenas um dava conta.

    Demorou cerca de dois dias para chegarem ao local exato onde eu ficava. O pânico tomou conta de mim e da minha família. Os animais que partiram, talvez tenham se salvado, os que não conseguiram sair da floresta, tiveram suas vidas arrancadas tão impiedosamente quanto as nossas. Alguns por conta da fome dos homens, outros queimados pelo fogo que os humanos ateavam na floresta. Sim! Eles nos queimavam junto com o resto da mata. Derrubavam vários corpos no chão e o que não aproveitavam, colocavam fogo. Muitos morreram queimados, impiedosamente queimados! Será que os seres humanos têm noção do que é ver muitos de seu povo padecendo queimado? Será que eles se comoveriam com isto? Será que algum dia alguém fez tanta crueldade com eles?

    Depois que avançaram pelos meus pais e meus irmãos, apenas fiquei em silêncio, chorando dentro de mim… Eu já não fazia mais parte dos gritos de minhas amigas, gritos estes que os humanos nunca vão ouvir, pois eles são destituídos de sensibilidade para nos escutar, ao menos a maioria deles.

    Quando tudo acabou, as mais fracas ainda ficaram ali; as mais fracas e aquelas que não atrapalharam o caminho dos homens, eu fui uma delas. Eles jogavam os corpos em um mesmo lugar do terreno, alguns eram queimados, com outros, eles faziam verdadeiras pilhas e os levavam embora. Nem o direito de “descansar” no solo onde sempre viveram, tiveram… Foram levados.

    O vento me disse que os homens aproveitam nossos corpos para muitas coisas. Que horror! Não quero pensar nisso.

    Às vezes o meio ambiente fala comigo, mas hoje em dia ele tem que falar mais alto, quase gritando, porque o prédio a minha frente impede até mesmo o vento de passar. O ambiente grita ao falar e eu não consigo distinguir se é de dor ou de ódio.

    Pensei que cresceria forte, estava errado. O pavimento não me deixa crescer, e o máximo que consigo fazer por vingança é rachá-lo com minhas raízes, porém mais hora ou menos hora eles vão vir me cortar e tapar o buraco como se eu nunca tivesse existido. Pois bem. Eles não sabem o que faz.

    Uma das últimas coisas que meu amigo vento me disse, é que certa vez fizeram com os homens o que eles fazem com a gente… Mataram tantos homens quanto nos matam até hoje. Sendo assim, gostaria que me explicassem apenas uma coisa: Qual a diferença de nós árvores para com os humanos?

    É! Nós somos melhores. Eles não aprendem.
    Os homens não possuem ouvidos para o meio ambiente.

Obeso!

Hoje acordei disposto para fazer nada e disposto para dormir mais um pouquinho… É que ainda estou cansado e com preguiça desse fim de semana que já passou; ver o sol nascer duas vezes não é fácil, mas é nostálgico… Na verdade foi um fim de semana só de nostalgia temperado com coisas novas.

\o| Blur!

\o| Blur!

    O Blur voltou, já falei disso, aqui, antes. E o primeiro Show da banda rola esse mês de junho… Caramba… Nessas horas que eu queria ser um inglês para poder ir em todas as apresentações da banda… E ainda por cima, o Blur vai lançar uma coletânea de comemoração ao retorno, vai ser duplo! Mais detalhes, procurem no Google, porque afinal de contas, aqui não é um blog sobre música, na verdade não é sobre nada… Por isso tudo aqui é nas coxas… Puta preguiça, meu…

    ***

    A menina já não tinha mais voz para falar. Falar com si mesma, falar de si pra si; já não tinha mais voz interior para poder reclamar de seus problemas com si mesma.

   Ela rastejava enquanto deixava para trás os problemas que absorveu dos outros, as reclamações, os desejos e pedidos de pessoas… Mas ela começou a engordar demais quando começou a ter suas reclamações, desejos, problemas e pedidos… Quando tentou falar de si, não ouviram e nem deram bola, nem nada… Pelo contrário… Reclamavam quando ela reclamava, e brigavam quando ela desejava… Então ela virou sua melhor amiga, amiga do peito… Ficava no canto feito autista conversando sozinha, pra si mesma; falando de seus desejos e do que gostaria de fazer no fim de semana… Reclamava com ela mesma quando algo a desagradava… Aí ela foi engordando, engordando, ficando tão cheia de palavras que ela mal conseguia mais deitar na cama… Ficou enorme demais… Mas se acostumou tanto em ser assim que não se importava; ela já não chorava e nem fazia questão… Não queria mesmo mais reclamar com ninguém, mas aceitava as palavras alheias, e engordava, engordava e engordava…

   Paciência…

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   “Todo desejo é um desejo de morte”.

Hoje é o dia da saudade!

   Hoje eu queria escrever sobre amor, aí pensei direito e deu vontade de escrever sobre noticias, mas aí passou também e voltou a vontade de escrever sobre amor, mas passou rapidinho e deu vontade de escrever qualquer coisa, vontade essa que passou, aí pensei: “Vou mandar algo se ferrar e está bom”, mas a vontade passou também e o tempo passou e passou também a vontade de perder a vontade de falar de qualquer coisa que desse pra escrever, mas ainda sobrou a vontade que não passou de escrever sobre um bom vinho Cabernet, que se deus quiser e Jesus Cristo permitir, conseguirei uma garrafa esta noite, mas acontece que esta não é uma boa pauta pra um assunto, então vou falar de quê?

Todos no bar... Mas conheço essa imagem de algum lugar...

Todos no bar... Mas conheço essa imagem de algum lugar...

Tenho que aproveitar pra postar aqui porque em casa eu estou sem internet, pois o Speedy não dá sinal e não sei por quê… Liguei diversas vezes e nada, disseram que irão mandar um técnico, to esperando ainda… Avisei que só poderia no sábado, mas nem sei se me deu atenção… E o pior é que nunca peguei tanto MSN como esta semana, mas não dá… Simplesmente não dá pra entrar…

Bah, Carol, Glau e o otário imbecil...

Bah, Carol, Glau e o otário imbecil...

   Nesta imagem aí de cima, é o pessoal da minha sala de Letras do ano passado… Super amigos, sempre rindo, sempre… Bom, uma foi fazer música, a outra RH… Só a Carol, do meio, continuou… Esse otário aí de verde tá fazendo o primeiro de novo… E como eu sempre digo. NÃO REPETI, EU DESISTI!…!!..

   O que importa é que cada um foi “prum” lado, o que é uma “peninha de galinha”…

Give me coffee and TV!!

Give me coffee and TV!!

Tá vendo… Não há nada o que falar, então vou falar de amor… Escrever alguma coisa assim, de bobeira… Escrever uma história contando a vida de um rapaz que se apaixona por alguém que não sabe quem é, nunca viu e que nem ouviu a voz… Alguém que se apaixonou por alguém que nem sabe se existe… Seria possível?? Não. Não seria uma boa história, fora que já tenho os “Cézares” que já me dão trabalho demais… Acho melhor começar a escrever realismo fantástico, aí quem sabe eu não publique alguma coisa de verdade ao invés de só ficar fingindo… Melhor voltar ao faturamento.

 Mas vai dormindo no meu barulho pra ver… (adoro essa gíria hahaha).

Não te quero mais...

Não te quero mais...

Post-Scriptum: No momento em que terminava este post, recebi uma notícia que me deixou super-mega-feliz… Hoje vou ter que beber pra comemorar, comemorar a melhor notícia do ano! Happy, so happy!!!

Matando Zumbies!!!!!!!!!

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O gato, o menino e a Lua.

    Ontem fui forçado a começar a e terminar minha história para a matéria de Literatura infantil, que mais tarde se tornará um livro bem bacana e bem bonito.

   Existe uma profundidade a mais neste livro do que na história do pequeno Willie. Créditos ao gato, cujo ainda não decidi que nome terá, aceito sugestões, mas ainda estou pra decidir entre Edgard e Boris… O menino Pedro é muito subjetivo, não dá pra sacar qual a dele, e sem dúvida ele é uma personagem de uma vida misteriosa… Mistério que não é quebrado e também fica subliminar, pois, afinal de contas, é um livro para crianças… Assim como fiz com o Willie, posso prometer uma versão para maiores de 16 anos, mas não sei. Não quero subverter os mistérios.

    Daqui alguns dias, colocarei os desenhos aqui pra vocês verem… Ainda não decidi a cara do Pedro… Sei como ele é, mas não consigo desenhar… O gato, por sua vez, não tem nome, mas tem aparência… Pedro e ele se completam…

   Enquanto não decido estes pormenores, vou matando alguns zumbies por aí.

   Boa Zeca Feira!

Hemácias na água.

Uma das fotos mais bem feitas que já vi...
Uma das fotos mais bem feitas que já vi…

   Agora que passou, acho que posso tomar meu banho em paz… Agora que mais nada por aqui tem remédio, posso curtir minha latente e lasciva poesia e dançar rodopiando em formas de moinho que a água forma ao me deitar na branca banheira. Hoje não vou me ensaboar. Ficarei aqui, na água quente que me aquece do frio lá fora e também do frio que está aqui dentro… Hoje quero apenas hemácias… Hoje vou cantar pra espantar de tudo… Mas não trouxe sal grosso… Não… Arderia ainda mais as partes depiladas de meu corpo… Eu? Metrossexual? Certamente não me conhece, e eu não explicarei, você não entenderia, apenas ficaria chocado e tentaria me convencer de algo já decidido.

   Continuando com meu banho…  Pego apenas o sabonete e o faço dançar pelo meu rosto, com cuidado com os olhos, claro, não quero ardência nos olhos… Isso é pra outro lugar… Jogo o sabonete liquido de Sândalo que minha mãe comprou na semana passada, jogo o pote todo, quero estar bem perfumado, mas não irei me esfregar, deixe as esponjas para os indelicados, não para mim. Passo a mão por meu corpo e me derreto com tudo aquilo o que foi desperdiçado, mas também não quero sujar a água quente da banheira, então apenas lamento por tudo aquilo que foi deixado de lado no calor de duas vidas inteiras, ou quase inteiras, ao menos uma vida deve ter sido inteira: a minha.

   Pego a lâmina de depilar e saio deslizando-a em meu corpo nu e sedento. Sedento não sei-de-quê. Lapido a pele e coo o liquido ferrugem. Depilo com força, destaco no local indicado… Mergulho a nuca na água quentinha e relaxo… Nada de estresse, nada de nada… Somente descanso e silêncio… Vou dormindo enquanto a água fica suja e vou me limpando por dentro… Agora sim estou limpo de verdade… Vou tirar um cochilo.

    Enfim, só.

A arte da propaganda!

"A propaganda também pode ser visual!"
“A propaganda também pode ser visual!”

Hoje eu estava pensando na manipulação que muitas pessoas fazem apenas para conseguir muitos acessos no Blog… Na verdade já faz um tempo que venho pensando nisso, desde que postei no carnaval… A palavra “carnaval” rendeu o dia mais movimentado do blog e ainda fez com que fevereiro fosse o maior mês de acesso (tem gosto pra tudo, né meu?), e nenhum outro post bateu este até agora.

  Então se pode deduzir que: se quer ter acesso no seu blog, fale de algo que esteja em alta. Mas penso comigo que isso é chato… O que importa mesmo é ter conteúdo, escrever sobre algo que você quer escrever, e não simplesmente para ter acesso… Eu poderia, por exemplo, escrever muitas coisas sobre o Ronaldo e seus gols no Corinthians, ou falar sobre aquele Deputado que se lixa para a opinião pública… Não… Acho isso chato… Eu não vou falar de coisas POPs só pra ter visitas… Poderia também falar do Show do Jonas Brothers (essa vai me render umas duas mil visitas), falar do estilo Emo de ser… Colocar fotos de mulheres nuas, falar de muito sexo, foda, colocar downloads de vídeos de sexo e sexo on line por web cam… Tudo isso trás um acesso danado para um Blog…

   Mas não… Não vou me vender… E nem vou mais perder tempo com este post, pois tudo o que eu quero pensar é que estou morrendo de vontade de ir ver o filme do Wolverine antes que saia do cinema, pois não quero ter que entrar em algum site de download de filmes.

Pushing Daises - Engraçado e agoniante!
Pushing Daisies – Engraçado e agoniante!

Falando sério agora, uma boa é assistir uma série chamada Pushing Daisies… Gostosinha de ver e bem engraçada… Só dá agonia do casal que se ama, pois os dois não podem se tocar em nenhuma hipótese… Quer saber por quê? Assista… Vale à pena.