Vai, Zéé!! Coooortaaaaaa!

Hoje eu estava a rir mais um pouco com o livro Ria da minha vida antes que eu ria da sua – “Evandro A. Daolio. E parei pra pensar que realmente tem coisas das quais passamos, cuja quais só podemos dar risada mais tarde… E ainda existe muito pra gargalhar… Às vezes quando eu rio da história do autor do livro, lembro da minha e engulo o riso na hora, logo depois torno a rir de e dele!
Estou rindo de minha vida eu mesmo antes que você ria dela! Está aí um bom título para o próximo livro da série de Daolio. Pode pegar. Dou-te de presente. (risos).

Por falar nisso, estava fuçando nas coisas velhas aqui no meu computador da empresa e achei uma coisa muito velha que eu tinha escrito (posso dizer “escrevido”?). Não sei se já postei aqui, mas se postei, postarei novamente. Acho que foi uma das coisas mais maldosas que já escrevi, e das mais idiotas também!!!

Jura que Sofre
Jura que corre
Socorre
Sucumbi
E morre

Jura que chora
Chegou minha hora
Se arrepende
Me rasga
Me explora

Me come
Me bebe
Me toma

Jura que tens
O que não tens
Te alimento
Esquento
E dou vez

Te ponho na terra
De solo arado
Te vejo
Te cuido
Aparo

Jura que um dia
Cuida de mim
Me mente
Despreza
Dá fim

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Jim Malone.

 Nunca tive dúvida do que seguiria na minha vida em relação a sonhos. Tinha que ser o meio artístico. Mas sempre estive em dúvida sobre a ramificação que iria atrás.
Música, literatura e até artes plásticas já estive afim; porém, assim como o meu escritor favorito, caí nas graças da literatura.
 Ainda não sei escrever, mas sei ter idéias, por isso estudo para passá-las ao papel.
 A música ainda está presente em minha cabeça e, quem sabe, eu não me torne um músico escritor? Vai saber… Existe chance para tudo nesse mundo. TUDO MESMO. Até para aquele amor que te deixa desesperado no meio da madrugada (PS.: Adivinha).
 

Logo da banda feito pelo Bruno, O baixista.
Logo da banda feito pelo Bruno, O baixista.

 Esse é o logo da minha banda. Bonito, né? O som é igualmente bom.
 

 Voltando à Literatura: Não, não sou e nem quero ser poeta… Acredito que o estágio para ser um poeta é muito ruim e nunca termina, fora a remuneração que é baixa. É necessário que sofra muito por amor até se formar, mas o problema, como já citei agora mesmo, é que este estágio é interminável, e eu já pedi minha demissão disso. Agora eu quero é paz na vida e um copo de laranjada ao meu amor. Logo, não sou isso e nem quero ser. Mas sei que tenho boas idéias, sementes que germinarão muitas histórias para contar!
 O fato é que não consigo me imaginar fazendo outra coisa daqui a pocos ano. Eu tenho que escrever e ponto final! Ganhar a vida fazendo arte, no sentido literário da palavra.
 
 Para os anônimos da vida, que algumas vezes surgem no meu blog, obrigado pelas postagens, seja lá quem forem…
 
 Agora vou dormir porque amanhã é dia de trabalho, e eu ainda não ganho dinheiro nem com música e nem com livros. Boa noite!