.8.

 Confusão proposital inconstante e incontrolável.

                       Inconstância de sentimentos e estado de espírito.

Vida conturbabada e tão imóvel.

                                            Amor tão forte e tão fraquinho.

Andando mal e devagarinho.

      Morrendo aos poucos… Morrendo. morrendo… morrendo
Morrer em vida e viver em morte. Odiar amando.Pensar ofegando.Correr parado; Parabólica, paratleta, paranóia! Paranóia constante que não me deixar.

 Sentar no lar devagarinho e esperar o tempo passar. A dor passar. A vida passar. A vontade chegar. Vontade de se mover. Vontade de se doar. Vontade de entender. Vontade de acreditar.

 Vontade demais de amar.
 Quem manda sonhar?

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AAah… XXVI-II-MMIX

 Ai, que sede. Pelo menos tá igual sede…
Também não estou entendendo muita coisa, então deixa.

Me estrepei. Pensei e me estrepei.
Queria ser um vegetal. Pé de alface. Seria legal ser um pé de alface…
Ai que sede. Que sede. Que sede.
Esconda-me.

Tá me entendendo?

Ah. Eu também não estou entendendo nada.

 

Vamos fazer passarinho de papel enquanto essa m* não vai embora.

ori_tsur

O fim do meu carnaval.

O fim do meu carnaval

Sérgio Charro

 

Deixo a vida levar só pra ver acontecer

Aquilo que me prometem, mas eu não posso ter

Deixo a água escoar pra minha sede morrer

Espero a vida passar depois que o Sol nascer

 

Faço de ti minha jangada

Em um rio furioso, não sei pra onde vou ir

Faço de mim minha morada

Com telhado quebrado, sinto que já vai cair

 

É com frases mal cantadas que quero conquistar

Aquilo que já foi meu, eu quero acreditar

Não é de minha vontade ser tão particular

Espero acontecer pra poder lhe confessar

 

É numa mesa de bar onde está meu refrão

Era tão especial tudo o que era em vão

Ninguém sabe, doeu, feriu o meu coração
E o que era importante eu tranco no meu porão

 

Faço de ti minha jangada

Em um rio furioso, não sei pra onde vou ir

Faço de mim minha morada

Com telhado quebrado, sinto que já vai cair

 

Eu tenho medo do dia, medo de ir sair

Que se transforme no bem ou numa prova cabal

Não é no meio das flores que eu vou me despir

Eu tenho medo do fim, do fim do meu carnaval

 

Faço de ti minha jangada

Em um rio furioso, não sei pra onde vou ir

Faço de mim minha morada

Com telhado quebrado, sinto que já vai cair

 

Faço de ti minha jangada

Em um rio furioso, não sei pra onde vou ir

Faço de mim minha morada

Com telhado quebrado, só prestes a cair

Confusão.

 Sinto-me o vago parágrafo no inicio de uma história. O vago que participa mas ninguém nota. O vago num desespero que ninguém dá nota. Um simples espaço idiota
 Sinto-me o quarto signo do zodíaco. Um impreciso e insuficiente “dramista” que não sabe escolher suas palavras. Não sabe mais derramar suas lágrimas. Aquele que se tranca no escuro e se entristece longe de todos. Um simples canceriano.
 Sinto-me como um tempo mormaço. Incomoda com o calor que tantos gostam. Um simples tempo abafado.
 Sou tudo aquilo que não gostaria de ser. O cheiro de uma rosa azeda. O espelho distorcido. A imagem de um desenho mal feito. Feliz por estar triste com o deslumbre.
 Indeciso. Confuso. Perdido.
 Sou o tudo que não é nada. De tão descansado pareço cansado… Não aguento mais descansar.
 Um falante sem ouvintes.
 Um coração desesperado.
 Será que nesse mundo existe alguém sem fazer nada? Alguém com quinze minutos para que eu possa falar da minha vida, encostar a cabeça e chorar um pouco?
 Um parágrafo canceriando sorrindo é bem mais interessante… Eu sei e concordo.

O fim do carnaval!

 É bacana ver que as pessoas ficam contentes nesta época, e fico pensando que o carnaval é pra todos. Eu por exemplo, não gosto, mas existem muitas coisas para se fazer nesta data, como ir curtir um passeio longe dos pandeiros, ouvindo o bom e velho Rock´n Roll.
 Algumas pessoas das quais conheci, conseguiram fazer com que eu entendesse essa data e seu significado (veja que entender não é gostar), e acabei por aceitar, e algumas vezes até tentei me intrometer na farra dos foliões.

Não deu certo.

 Mas penso que é bom ver as pessoas contentes. É o que basta.
 Eu não sei me dar com a tristeza dos outros, talves seja até uma péssima companhia… Já não sou muito bom da cabeça, então não dá certo. Acho que estou à margem de tudo o que torna alguem triste. À margem de tudo.

 Talves o carnaval não devesse ter um fim.

Não faça nada disso.

Não se chateie.
Não se sinta mal.
Não perca a calma.
Não sinta ciúmes.
Não seja idiota.
Não se magoe.
Não se machuque.
Não chore.
Não se desespere.
Não fique bravo.
Não dê importancia.
Não valorize.
Não ame.
Não sinta falta.
Não sinta saudades.
Não faça perguntas.
Tudo isso porque em boca fechada não entra mosca.

Que soninho.

 Penso no que sentia e que agora tão odeio
 Em panos claros em que vejo minha cegueira
 Na poesia em que deixo a derradeira
 Forma humilde em que vejo meu devaneio

*****************

Deixo aqui minha homenagem para uma pessoa que tanto faz parte de meu aprendizado. Seu nome é Josefa. Personagem inacreditável… Ok OK. Deixando a beleza de lado, deixo-te aqui o apoio de minha força. Devo-te dizer em meu português que não se compara ao longe de um universo do seu, que é uma pessoa da qual quero sugar o máximo que puder, e por isso, preciso que esteja por perto, minha amiga, minha professora. MINHA MESTRA.  Força sempre!

***

Claro como a neve pode ser e como podemos nos conter
Saudade essa tão potável que me deixa tão saudável
Feliz de mim em uma breve coincidência
De ter-te uma vez em minha breve decadencia

Veja como é claro o luar

Ok, Não pensei em mais nada pra escrever daqui pra frente… Pensei… confeSso. mas quer saber…? Que texto lindo podemos escrever sem ter pra quem? Ou tendo sem saber como será a recepção de um trabalho árduo e “ridiculo”.

Muitos pensam que é melhor dormir…
Vou pensar como muitos somente esta noite, pois um dia vem atrás do outro…

Fechando com uma coisa que sempre quis fechar um post nesse blog idiota e que hoje jaz a oportunidade…. Lá vai!

QUE SE FODA TUDO!

(Nem tudo)