Pulchra puella


Se por um acaso eu pudesse gastar todo meu latim, eu o faria sem dúvida… Mas é tão pouco… Tão singelo… Tão quase nada…
Que sejas feliz em sua redundante felicidade. Que rasgue o céu com sua força e seu orgulho. Que faça trovejar o que te fazem de mal, e que esse mal caia em forma de relâmpago na face de cada um que lhe fez um dia chorar por mal. Que saiba que ao teu lado jaz um amigo desconhecido e que te quer tão bem como nunca nenhum outro quis, tão bem que talvez nem seja uma simples amizade… Pulchra puella, pulchra puella, fico a cantar… puer amat puella, sed puella amat lupus. Sed puer omnia vincit. Vincit!

Já tive o bastante de ti, mas o quanto é o bastante?

Será que já teve o bastante de tudo?

Pulchra puela… pulchra puella.

Um forte abraço.

2 comentários em “Pulchra puella

  1. Incrivel como agora que o sujeito deixou de ser oculto (na verdade era só indefinido, oculto nao) mas agora essas linhas passaram a ter uma análise melhor…quase q completa…
    e o adjunto adverbial de causa tá causando nesse coração…tá que tá…

    quer saber?

    acho q essa história merecia um sujeito simples…
    desses q de tão simples são completos…:(
    kiss…

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