Vamos encarar mais uma semana.

Ah. Fim de semana bem estranho… O domingo foi um caos repentino e explosivo! Mas ficou tudo bem. Até ontem de tarde tinha tudo ido muito bem. Inacreditavelmente bem. Uma briga no domingo se fazia necessário para lembrar que, pra mim, nada pode ser tão perfeito!

Ok, vida! Sem problemas!

Também gosto de você…

Comprovei que o que a Luciana falou em relação ao Twitter do Willian Bonner – realwbonner – é verdade! Estranho ver o ancora do Jornal Nacional postando coisas tão normais e algumas até engraçadas. Será que está todo mundo viciado nesse tal Twittter? Até a Luciana que nunca foi de usar informática, tem Twitter e adora. A Luciana é uma das criaturas mais engraçadas que eu conheço. Até a pouco tempo atrás ela escrevia os textos que ela criava tudo na mão… Na unha mesmo, sabe? Rejeitava o computador. Acho que se não houvesse computador, eu não me meteria a escritor não… Tenho muita preguiça de escrever coisas na mão.

Hoje também não está sendo um dia bom.
Não me sinto bem, deve ter sido o estresse de ontem. Não estou bem desde a madrugada… Acho que a pressão que deve estar baixa; ainda tenho prova hoje, mas o pior é que não é apenas 1 prova, mas sim 2… E minha cabeça parece uma bexiga cheia de gás Helio… E ainda vai chover mais tarde, e eu sem guarda chuva…

Ok, vida! Sem problemas!

Também gosto de você…

Estou caindo na real, mas pode ser apenas por hoje, não se empolguem, mas acho que não quero mais ser o Bukowisk. Nem  na safadeza e nem nas bebedeiras. Não, calma. Não to virando evangélico. Mas é que hoje estou enjoado… Reflexos de um domingo chato… Tinha tudo pra se bacana, mas foi chato.

De noite melhorou um pouco na hora do RPG! E acho que eu estava com uma cara tão pesarosa que até me emprestaram um carro para fornecer carona ao metrô antes de começar o jogo. Dessa vez confiou mesmo em mim! E o carro foi e voltou inteirinho, não é? E cada um chegou vivo ao seu destino.

Preciso tomar tento para tudo, e essa é a hora. Ou vai ou racha! Posso começar largando os vícios; todos eles! Cada um deles! Nada de vícios dessa vez!

Hoje como tenho prova nas duas aulas, vou sair mais cedo. Quando se sai mais cedo na faculdade, o pessoal geralmente vai pro bar… Apesar da chuva, está um calor absurdo!!!

Ai, ai…

Ok, vida! Sem problemas!

Também gosto de você…

S.o.n.o.

Ontem eu fiquei super feliz pelo simples fato de ter conseguido adquirir uma latinha de rapé! Fazia tanto tempo que não cheirava rapé! E o meu é de cravo com canela, diferente do que eu possuía antes, que era puro; mas este é bem mais forte; o que possibilita que eu deixe os cigarros em casa e leva a latinha comigo nas bebedeiras para suprir a nicotina.   

   Amanhã, sábado, tenho que acordar relativamente cedo, ou nem dormir, já que essa madrugada é de ensaio, pois amanhã vou fazer um passeio relax no Aquário de São Paulo. Ver os peixes enormes e tirar fotos para postar aqui depois… Tem até uns esqueletos de Dino por lá! Deve ser bastante legal! Mas eu queria fazer igual aos mergulhadores e entrar para nadar com os tubarões! Mas sei que não será possível! Só espero mesmo que não chova, pois ainda vou precisar voltar correndo para jogar bola, e depois… Depois sentar na poltrona de minha casa e escrever um pouco, montar meu outro computador, formatar o Notebook… É… Acho que a noite de sábado será de ócio! Mas ao menos poderei colocar muitas coisas em ordem, inclusive a cabeça oca!

    No fim das contas, essa semana que passou foi cheia de nada, com exceção da minha segunda-feira e de ontem, que encontrei meu tão procurado rapé, para relaxar a alma, limpar as vias aéreas e fazer espirrar!!!!

    Qualquer coisa me ligue nesse fim de semana; caso você não tenha meu telefone, é muito provável que eu não goste de você.

 PS.Nunca, nunca, em hipótese alguma, cheire rapé no trabalho, acredite. O soninho bate de uma tal forma que é inexplicável! Ainda mais quando você fica conversando com seus colegas de sala até bem tarde, né Elda?

 É provável que hoje eu poste algo novamente depois da faculdade.

 Beijos e amplexos!

… Porque todos têm o direito de não gostar de seu filho…

      

elefante
Penso que todos, independente do sexo, têm o direito de simplesmente não gostar do filho, simples assim. Não que isso seja uma coisa normal, claro que não, mas acho que as pessoas devem amar por livre e espontânea vontade. O amor não deve ser uma obrigação.

     Dizer que as mulheres amam muito mais o filho do que o homem, é como jogar uma carga enorme nas costas delas de uma forma tão sutil, que elas simplesmente não percebem, se orgulham disso e entendem como um elogio, mas não é, porque todos têm o direito de não gostar do próprio filho.

    Ontem, numa discussão de sala de aula, isso foi abordado. O argumento era esse mesmo, de que os homens sempre que tinham um problema familiar, abandonavam as esposas e os filhos, mas as mulheres nunca faziam isso, pois elas nasceram para serem mães, com instinto maternal.

 Ok. Vamos lá!

1° -É Óbvio! Tratando-se de uma fêmea, nunca esperaria dela que fosse pai! Fica meio difícil com úteros e a ausência de túbulos seminais e epidídimo. Por tanto, ela nasce para ser mãe tanto quanto um macho para ser pai.

2° Afirmar que é mais fácil para um homem deixar a família e para a mulher não, e agir como se isso fosse absolutamente normal, é MACHISMO SIM. É uma tentativa de ausentar a responsabilidade do homem SIM.  Não é normal uma vez que não haja motivos para tal como traições e etc. Se o amor é obrigatório para a mulher, deveria ser para o homem também.

    Quando comentado que as mulheres nunca abandonam o filho, argumentei dizendo que conheço casos em que isso ocorreu, e conheço mesmo, e então o “dirigente” do debate, com todo seu preciosismo na segunda noite de “auto-propaganda”, disse que uma mulher assim só poderia ter distúrbio mental.

    Meu mal é às vezes me calar quando deveria falar… Ela não tem distúrbio mental. Conheço a mulher, que é uma mãe bacana, excêntrica, sim, mas ainda assim uma pessoa bem legal e estudada. Distúrbio mental para mim é se auto-valorizar e ainda tentar arranjar a admiração das menininhas com essa falsa exaltação ao sexo feminino, afirmando que o amor pertence a elas, quando na verdade, pertence a quem simplesmente o sente.

   Uma mãe não tem a obrigação de gostar do filho mais do que um pai. Absolutamente, isso não é regra. Ela pode dar no pé a hora que bem entender.

   O homem pode ser mais fraco que a mulher sim, mas não venha me dizer que a exceção confirma a regra; amor maternal não é regra. É dádiva que alguns têm, e na verdade, poucos são presenteados com isso.

    Acho que ontem perderam pontos no meu conceito pela aplicação sutil de palavras machistas e sedutoras de menininhas, mas acho que você não sabia que naquela sala tinha alguém com capacidade de ser tão filho da puta quanto você.

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    Subjetiva e objetiva direta, indireta e o que mais vier.

   De verdade, pra quem acha que gramática é fácil, eu digo: acho que pasto mais com ela do que penava com matemática. Ela é a física do português. Irrita apesar de ser fascinante quando você entende. É ela aquela parte do português que faz você olhar as pessoas de cima para baixo.

   Eu não sou bom com ela.

   Queria agradecer a Dé que em dois minutos me fez entender o que não entendi em dois meses!!!!! Valeu Dé!

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   Acho que eu já escrevi tudo o que tinha pra escrever hoje. Agora é pensar na sexta, no sábado movimentado e no domingo de boa companhia e RPG.

 

    Abraços e bom resto de quinta!

Errata:
A peça ” A Casa dos Budas Ditosos”
acontecerá nos dias 20 e 21 de
novembro, e os valores variam de
60 a 120 reais. Estudante paga
meia.

A casa dos budas ditosos.

  livro_luxuria1

 Fiquei super feliz ao descobrir que no mês que vem vou ter a oportunidade de ver a peça “A casa dos Budas Ditosos”, adaptação do homônimo de Ubaldo Ribeiro, que na minha opinião, é um excelente escritor, não chega a ser um dos melhores, mas é inegável que é muito bom… Falta-me ler mais obras dele pra formar opinião certa.

   O engraçado é que ainda neste sábado comentem sobre este livro com a Luciana, minha amiga, e quando chega na terça feira vejo que a peça vai ser apresentada no CitBank Hall nos dias 19 e 20 de novembro! Existe dúvidas que eu vá? Claro que não! A única coisa que achei estranha é que a Fernanda Torres é quem vai interpretar a protagonista no solilóquio, onde a personagem fala detalhes sobre sua vida sexual; mas acontece que se trata de uma velhinha, e a Fernanda Torres passa longe de ser uma senhora, ao contrário de sua mãe, Fernanda Montenegro que era quem interpretava a mesma personagem antigamente (ainda me falta informações sobre a veracidade deste fato, mas vou pesquisar, se estiver errado, aviso).

   De qualquer forma, é uma peça para NÃO se perder!

*

   Eu não sei se vocês perceberam, mas o dia está lindo!

   Mesmo com este Sol quente. O dia está bonito de verdade! Dá vontade de ficar caminhando por aí vendo as pessoas estranhas pelas ruas! Mas é impossível para nós, mortais, que temos de trabalhar… Mas quem tiver a oportunidade, vá andar, colocar um pouco de ar na cachola! O dia está bonito e alegre para isso. Hoje me parece ser um dia feliz… Ops! SMS…. É… Vai ser um dia feliz sim!

    Em alguns dias, colocarei aqui o link de “posts” que foram feitos aqui no Dulce há um ano… Acho interessante ver minha forma de pensar.

   O “post” que colocarei agora, é do dia 22.10.2008. Apesar de hoje ser dia 21, no “post” fala sobre o meu dia 21 de outubro do ano passado, então acho até que válido colocar aqui mesmo faltando um dia para completar o ano. E o pior é que me lembro direitinho desse dia.

http://dulcefarniente.wordpress.com/2008/10/22/baboseiras-e-inutilidades/

 **

   Eu não sei se já comentei, mas no dia 19 de novembro começa a Balada Literária na Vila Madalena, com alguns eventos isolados pelo bairro como Sarais e essas coisas que apenas nós, pessoas sensíveis e despregadas da ignorância, gostamos (de boa, melhor que e ir pro pagode, micareta, picareta, e outras coisas “etas”).

Não marquem nada para 19 de novembro, todos vocês vão vomigo para a Vila Madalena.

Não marquem nada para 19 de novembro, todos vocês vão vomigo para a Vila Madalena.

   Não existe dúvidas de que no dia 19 eu estarei pelo bairro, talvez até faça uma visita ao Matrix antes que complete um ano que não apareço por lá!

   Acho que seria um programa excelente para nos juntarmos e ir aproveitar um pouco a noite com coisas que gostamos, pois muitos freqüentadores do Dulce têm paixão por livros e escrita, então para esses fica o meu convite.

   O bacana é que a meu ver, os eventos literários estão crescendo bastante por aí. As pessoas que lêem estão ficando mais comum. E isso é ótimo.

   Agora vou indo nessa!

   Até mais pessoaaaaaaal!!!!

…Ela se foi…

   Triste mesmo é enxergarmos uma coisa boa em uma pessoa má. Ver aquilo tudo se afogando e você sem poder fazer nada, e isso te torna tão ruim quanto àquilo… Tão mal, tão triste e pesaroso. Pesado.

    Lembrei-me assim, sem querer, entre um faturamento e outro e um rápido devaneio, de expressões que partiram meu coração. Deu-me vontade de chorar agora. Entristeceu meu coração… As pessoas morrem… Elas se vão… Mesmo ainda vivas… Elas vão embora… E ficou aqui a tristeza e a saudade de alguém que nunca mais vai voltar.

 

    Há dias em que não importa nada. Sua devoção não é o suficiente. Malditos entusiastas te colocam pra cima, “tudo vai acabar bem”. Mas não acaba. É como ver alguém morrendo de câncer, e não importa o quanto você ame a pessoa, você nunca poderá fazer nada para salvá-la; a vida dela não depende de você. Você não pode dar sua vida no lugar dela… Não, não pode… A dor latejante. Rasga o coração com um golpe em um olhar de medo; de pedido de socorro sempre que você fraquejava… As pessoas quando fraquejam, mostram o que são realmente antes de vestirem a capa que as sufoca novamente.

   Sinto muito, meu amor. Nada posso fazer a não ser assistir a sua queda.

   Somente os maus deveriam cair, eu sei, mas isso não é um desenho; não é um filme… Os bons também caem e também se machucam… Muitas vezes morrem.

   Minha criança… Os bons também morrem. É o que está acontecendo com você. E eu tenho que aceitar; então peço: Não volte em forma de brumas à minha mente quando eu menos imaginar, não me grite por socorro. Não posso fazer nada, se não chorar nesses momentos. Então me deixe ir. Não me olhe mais. Nada de ajuda. Você correu o seu perigo…

 

Não me olhe mais.

Não assim…

Não…

… me olhe…

… mais …

…assim.

… Não me faça chorar…

Um parabéns especialíssimo!

- Falar em público nunca foi meu forte, ainda mais em inglês! Por Deus! Que desastre… Espero nunca mais ter que fazer novamente um seminário desses, mas sei que será impossível nos próximos 2 anos que estão por vir. Estava tudo em ordem, até a querida professora dizer que eu precisava ler o texto em inglês… Aí me enervei, fiquei chateado e desconcertado! Ainda mais numa sala onde 80% das pessoas falam muito bem, ao menos ao meu ver, que sou “fezes” pra isso. Dane-se. Agora já passou.

*
- O dia de hoje foi extremamente relaxante. E bota relaxante nisso. Ficar em casa sem fazer quase nada foi divino… Perder a hora da faculdade também foi! A questão é que esse horário de verão enlouquece qualquer um, ainda mais quando estamos bem distraídos no aconchego do lar, com boa companhia, com paz interior e sem pensar nos problemas que rodeiam a vida quando se coloca o pé para fora de casa! A folga de hoje caiu do céu, até porque descobri que não sou um cara tão ruim assim.

*

- Fim de ano está chegando, e quem diria que daqui menos de 15 dias, faço aniversário de trabalho. São três anos trabalhando numa das maiores empresas de seguros; numa empresa que me deixa à vontade. Posso conversar, ouvir música, tomar meu café a hora que quero e, inclusive, sair pra rua na hora que bem entender para comprar uma revista ou fumar um cigarro… Essa parte do cigarro não uso, ainda mais agora que estou tentando, aos poucos, parar de fumar, por livre e espontânea PRESSÃO.

Acontece que essa data de fazer anos de trabalho, me recorda que o fim do ano está chegando, e definitivamente não curto nem um pouco o fechamento do ciclo anual, e meu mal humor se estende até meados de março, quando passa a febre carnavalesca. Odeio carnaval . Odeio fim de ano. Odeio datas comemorativas… Sou chato pra caramba! Fazer o quê? Mas ao que tudo indica, esse fim de ano será diferente dos que se passaram. Pode ser mais alegre, pode ser mais triste, mas o que importa mesmo é que seja diferente… Espero que dessa vez ninguém chore o que se passou no ano… Ainda mais nesse que parece que não foi bom pra ninguém, com pouquíssimas exceções que dá pra contar na mão direita do Lula.

Ainda há dois meses e meio para ver o que acontece até lá, mas se o ano acabar assim, já poderei dizer que o finalzinho valeu a pena.

*

-  Gostaria de deixar aqui um parabéns para uma “pequena grande pessoa” que caiu na minha vida.

Quando ele ouviu meu nome a primeira vez, acho que quis me espancar, só não fez isso porque a sua maravilhosa mulher, não deixou, e na verdade esse é um parabéns para ela também, que fez aniversário há pouco tempo, mas minha cabeça oca não permitiu que eu postasse algo especial para ela, então será um “feliz aniversário” duplo para Rogério e Mary.

Quer ser bem tratado? Vá à casa deles. Com certeza você vai se deleitar na boa companhia dessas pessoas, que ainda hoje me tratam com o maior carinho do mundo.

Quantas vezes dormi lá em situações que qualquer um, na posição deles, principalmente o Rogério, desejaria que eu fosse logo embora?? E quantas vezes insistiram para que eu ficasse lá mesmo ainda podendo ir embora para casa? Muitas vezes!

Orgulho-me bastante de um dia ter tido a oportunidade de me sentir um pouco dessa família que me deixou marcas das quais nunca farei nada para apagar, pois todas foram boas. Experiências que pouquíssimos terão. Nunca tive azar com sogro e sogra, mas não existe se quer um pingo de dúvida que esses ganharam o campeonato mundial de trato ao Genro.

Orgulho-me bastante de vocês. Gente das quais amo muito. 99% gente boa mesmo… Esse 1% pode ser descontado pelo fato de serem corintianos, mas isso a gente releva diante das inúmeras qualidades que possuem.

Parabéns!

Mesmo que fiquemos muito tempo sem nos falar, saibam que guardo os dois aqui dentro de mim; bem no coração, num espaço enorme, mesmo que sejam tão pequenos (rs), mas que preenchem qualquer lugar com a gigantesca amabilidade que possuem.

Amo vocês.

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Lá vem, lá vem, lá vem de novo.

   Mais uma sexta feira que chega para reinar o bom humor, apesar do céu nublado, típico de são Paulo mesmo. Mas este céu não vai me impedir de aceitar convites para uma cerveja na Paulista, que isto fique bem claro! Mas penso em cerveja depois, porque o momento é para se tomar um cafezinho puro, colocar a mente em ordem, escrever baboseiras como esta e depois trabalhar. Hoje é sexta feira, e pouca coisa importa.

    Se me perguntarem se estou, hoje, eufórico como nos outros dias, direi que não. Direi que não estou tranqüilo por simplesmente não compreender a dificuldade que as pessoas têm de assumir certas coisas. De se abrir… Esse é o bom de ser canceriano, ou melhor; de ser não, de se ter um por perto, pois você sempre saberá o que ele está sentindo naquele momento; isso pode ser equilibrado pelo fato de que um canceriano muda de opinião 15 vezes ao dia, mas que ele deixa claro sua posição, ah! Isso deixa sim!

   Não sou besta, meu! Mas acho até bacana que as pessoas pensem assim. Elas ficam abismadas quando descobrem que eu não vou agir da forma como elas esperam. Adoro ser constante e de repente mudar de idéia. Acho isso tão imprevisível… Mas às vezes fica claro que vou agir assim. Só não vê quem não quer. Sou impulsivo demais. Se me der na telha de dizer: “sou apaixonado por você”. Vou dizer. Por isso é importante que, quando eu disser isso, não me desdenhe ou duvide; apenas aproveite; porque se demorar pra entender, mudo de idéia no dia seguinte. Mas se souber me levar, a paixão vai durar e durar… Deve ser assim com todo mundo, não sei… Comigo é. Apaixono-me tão rapidamente como posso desapaixonar. Mas como disse antes, se conseguirem me levar a sério, fico derretido por muito tempo, se não pra sempre, desde que a pessoa seja constante ao meu lado, mantenha-me em segurança e, acima de tudo, assuma as responsabilidades de me fazer ficar apaixonado. Deve ser por isso que namorei tão pouco. Namorar mesmo, namorei muito pouco, mas todos foram intensos, duradouros e doloridos… Mas foram intensos. E toda vez que essa intensidade começa a aproximar-se de mim novamente, eu olho pra cima e penso: “Hey, Jow! Será que agora é possível que seja apenas intenso e duradouro?”. Não sei. Mas a aproximação desse sentimento me assusta, me faz pensar e refletir, imaginar, devanear… Sonhar, quem sabe… O único mal é ser dolorido, depois. Da mesma forma que tudo começou intenso até hoje, terminou de forma ridícula, feia… Sempre com palavras e atitudes duras, e nunca, em nenhum de meus relacionamentos sérios, consegui extrair, mais tarde, um pingo de amizade sincera para constar no catálogo… Nada pra compensar a parte dolorida… Ontem mesmo acabei topando com uma dessas garotas. Foi horrível. Agindo com a maior frieza do mundo, disse-me apenas “oi” e mal disse tchau. Fiquei pensando o porque de tudo aquilo. Já faz tempo. Deveria ser diferente. Eu devia ter perguntado o porquê daquilo, mas faltou vontade, faltou ânimo… Faltou um “porque” de fazer isso… Não vejo mais sentido em esperar qualquer coisa. O que deveria ser feito já foi feito. Não há mais forças e nem vontade. Triste. Não era pra ser desse jeito. Tô tirando o meu dessa coisa lúdica.

   A vida é meio que uma coisa louca mesmo! E eu não pretendo desperdiçar um pingo de nada… Nada de nada! Viver. Só espero que das próximas vezes, reste algo que me faça sorrir, e não o pensamento de que, mais uma vez, tudo poderia ter sido diferente.

    Boa Sexta para todos e espero que o fim de semana de vocês seja tão ótimo quanto o meu vai ser!

… Mas entenda, não quero estar apaixonado…

Não. Nem todas as minhas palavras são suas. Quando verás que o que tenho aqui pode ainda ser maior do que eu e você?

Num desabafo infantil, pairo pensando sobre o porque de as pessoas não cumprirem suas tarefas. Paro e já nem me importo mais. Não tenho mais medo de sair na rua, com o coração fumegante, cheio de você; abafado num grito ausente de sua presença tão concreta dentro de mim.

Assisto a ordem de todas as coisas que flutuam perto de mim. Um sentimento, uma vontade de gritar, de agir… fiz bem em fazer o mal, e, oh! O que me resta? Um chamado de “amor” sem conteúdo algum daquilo o que deveria de ser pra sempre. Caminho só na saudade que me sobra de você. Fico ausente ao teu encanto. Fico apático ao seu desencanto, tentando planejar com palavra fúteis cada dia do resto de nossas vidas. Fixo o instante. Fixo minha vida na sua, e meu corpo no calor do seu, como deveria ser, mas ainda não descobri como. Como seria. E sei que morrerei, quem sabe, com essas palavras numa letra escura e fúnebre da paixão que ainda gesta em meu coração.

Ainda é cedo.

Cedo demais para pensar. Cedo demais para um desabafo infantil de quem começa a gostar do simples gesto de fingir amar; mas quem sabe o que é fingir? Tantas coisas falsas que há nesse mundo, das quais comparei e contrastei, que nem sei mais dizer o que é verdadeiro e o que é falso.

Cabe a mim esperar o tempo passar na sua ordem e desejar, do fundo do meu raso, que você saiba: como é bom estar com você.

“Gosto mais de você do que queria gostar”.

“O prédio, o Sérgio e o tédio cego”

“Nossa, estou com tontura…”

- Sérgio!! Você sentiu isso?

- Está com tontura também???

- Meu! O prédio está balançando!! Vamos sair daqui.

Um minuto para refletir até ver alguns cartazes no teto do andar balançando!

- Pessoal. Vamos descer sem pânico – Disse o chefe.

Todos no andar levantam, e pela escada de emergência, já havia um monte de gente saindo…

Parece mentira, mas achei que aquele prédio ia tombar de lado depois que vi que não era tontura minha.

De inicio pensei que era terremoto, mas não, foi o prédio que balançou mas não caiu.

Resultado:

Vamos ver se amanhã eu trabalho, caso a engenharia não tenha interditado. Mas agora dá medo de ir trampar… Se o prédio cair comigo dentro, saibam que eu amo vocês!! Ah! Mentira, eu não amo vocês!

Ainda bem que tive a paciência de pegar todos meus pertences… E teve gente que saiu sem nada!

****

No momento morro de sono. Cansado e com sono. Pensando até aonde arriscar. Vendo que fiz bem, mas vendo que farei mal… Pensar faz um mal terrível! Mas esperar também. Quem espera o tempo passar, perde a alegria de dançar, cantar no chuveiro esperando saciar cada borboleta no estômago, e eu não sou assim. Tudo tem que ser pra ontem… Ai, ai… Isso não vai ser legal.

De pedras a anões.

A crônica prometida.

Sempre dei problemas a mim mesma.

Não que eu seja do tipo problemática, mas sim do tipo azarada. E haja dó pra cima de mim. Problemas a mim mesma. Sério. Desde criança.

Minha família já começou a me detestar desde os 7 anos de idade. Ao que me parece, tiveram menos paciência do que o resto do mundo, e olha que o mundo é grande pra caralho.

Tudo começou quando fui pra Roseira, interior de São Paulo; perto de Aparecida do Norte. Minha família resolveu fazer aquela viagem em que eu deveria conhecer aqueles parentes que eu nunca vi. Aliás. Vi quando era criança o suficiente para não reconhecê-los. Então foi aquela coisa de “nossa como você cresceu” pra lá e “cacete, ela é aquela menininha de colo?” pra cá.

Porra! Se estou com meus pais, qual a finalidade de perguntar uma idiotice dessas?

Não importa. De tanto tédio, resolvi ir brincar na rua comigo mesma.

Fiquei brincando de atirar pedras nos pombos. Parece maldade, mas aqueles ratos voadores realmente merecem a extinção. Transmitem doenças e ainda por cima cagam na sua cabeça quando você menos espera. Basta estar com a cabeleira descoberta para eles acharem que é uma espécie de latrina. Sei lá… Sei que jogava pedras nos malditos voadores, até que um de meus “projeteis” resolveu partir direto para a janela do vizinho a frente!

Antes que eu continue, quero deixar bem claro que foi nesse dia em que minha família começou a me detestar! Não!!!! Odiar seria a palavra exata.

Quando a pedra atingiu a janela, saí correndo para dentro da casa de minha quase conhecida tia. 15 minutos depois, eis que surje uma velha com a testa sangrando entrando em casa.  Essa senhora era a minha avó que eu não via há muitos anos. Nem lembrava dela. E foi por causa desse terrível fato. A pedra na testa. Que todos descobriram que a “coroca” tinha um caso com o velho da casa da frente.

Azar ou não, quem se ferrou fui eu, por ter feito meus avós se separarem com mais de 48 anos de casamento.

Pra mim tudo bem. Mal conhecia os dois!

Depois disso nunca mais me deixaram voltar para a casa de qualquer parente, conhecido ou não.

Certa vez, minha mãe tentou me trocar pela borracha da porta da geladeira. Meu pai interceptou as negociações, berrando em alto e bom som que aquilo era um absurdo.

Você deve estar pensando que ele estava me protegendo. Sem problemas; também achei. Até logo depois da parte do “absurdo”, ele dizer que já havia me prometido para o moço da mercearia da esquina em troca de duas caixas de latas de cerveja para assistir ao jogo do Corinthians que seria televisionado no sábado.

Ok.

Perdi a guerra e fui trocada, mas bem feito! O Corinthians perdeu naquele dia.

Bastou dois meses para o dono da mercearia me vender para um colégio de freiras, onde tive minha educação e cresci como uma boa pessoa. Lavando pratos e dando aos pobres.

Pra você ter uma idéia, até quando faço uma boa ação me fodo.

Veja bem!

Certo dia, já adulta, estava na Avenida Paulista esperando um ônibus.

Foi aí que me indignei quando vi uma criança se esforçando para subir os degraus do transporte, e ninguém ajudava!

Larguei a mochila no chão, estufei o peito e caminhei até a entrada do ônibus onde o pequenino tentava, com esforço, subir a escada. Pensei comigo onde estaria a mãe daquela criança, indefesa, sozinha, tentando no meio da metrópole pegar a condução de volta para casa ou seja lá pra onde for!

Com ela de costas para mim, segurei-a de baixo dos braços e a ergui até o degrau de cima. Aí que ouvi muitas risadas. Pensei comigo: “Riam de quem ainda tem humanidade nessa merda de cidade”.

Foi aí que a “criança” olhou para mim.

Espantei-me com as rugas na cara, o bigode imenso, parecendo uma foca… E a voz rouca, tipo “Darth Vader”, me dizendo com uma profunda decepção:

- Ô, moça. Num carece disso não.

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O final dessa crônica teve inspiração numa história real.

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